Arquivo do mês: outubro 2013

Retornando ao vermelho

Sou geminiana. Isso quer dizer que mudo loucamente de ideia, de música e de visual. Já tive cabelos grandes, médios, louros, castanhos com nuances de roxo, preto, mel… Mas a cor que tingiu mais tempo minhas madeixas cacheadas sempre foi o vermelho. Não sei porque, mas amo esse tom.

Já me disseram que o amor se deve à força, afinal de contas para segurar essa cor nada convencional é preciso muita personalidade. Os vermelhos também requerem bastante cuidado para não desbotar. Isso quer dizer que, para usar no cabelo, a mulher precisa ser bem vaidosa. Eu sou os dois: tenho personalidade forte e sou vaidosa.

Todo esse textinho é para contar que voltei ao vermelho e às madeixas bem curtinhas. Com esse cor de cabelo me sinto livre, feliz. E vocês, curtiram a transformação? Não sei por quanto tempo continuarei com esse visual mas sei, com certeza, que ele é de longe o que mais gosto dentre todos que já adotei.

Um

Dois

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A moda vai onde o povo está

Acho um máximo quando a moda vai até o povo, afinal de contas é o povo que mantem toda a estrutura no qual se deita o mundinho fashion. E olha que exemplo bacana o pessoal que organiza o São Paulo Fashion Week organizou; falo do #Metronamoda, um desfile em pleno caótico metrô de São Paulo.

#Metronamoda

#Metronamoda

Fiquei morrendo de vontade de comparecer ao espetáculo. Mas, já que não tenho como ir de transporte público até as estações da capital paulista, me contento em falar sobre a iniciativa. Tudo aconteceu nas estações participantes: a montagem dos looks desfilados, a maquiagem e cabelo das modelos…

Metro na Moda

As modelos vão aonde o povo está.

E, olha que inédito, as pessoas que interagiam com a passarela podiam tirar fotos das modelos e com as modelos. E nas “estações de estilo”, também foi possível aos espectadores montar looks, fazer maquiagem e tirar fotos, que podem aparecer no site do São Paulo Fashion Week.

O povo do ladinho do desfile.

O povo do ladinho do desfile.

Fiquei morrendo de vontade de dar uma espiadinha nesse desfile tão público Será que ano que vem vão repetir a dose? E vocês, curtiram?

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Falando “não” para a China

Na última semana ocorreu em São Paulo um protesto de várias entidades que representam a indústria da moda brasileira. Intitulado como “Grito de Alerta”, a atitude teve o objetivo de dizer a todos que a moda precisa de ajuda para se manter em pé no Brasil.

Se você não ficou sabendo, o protesto aconteceu em frente á feira que reunia empresários chineses na capital paulista, centro empresarial nacional, que pretendem fazer negócios aqui na terrinha. Relações que incluem comércio de roupas acabadas, calçados e tecidos primários.

Segundo dados do IBGE, desde janeiro o setor já demitiu 55 mil trabalhadores. Além disso, empresas conceituadas no setor têxtil estão fechando, seguidas de perto por confecções. Para você ter uma ideia, vi que um macacão de bebê brasileiro custa 75 reais, enquanto um chinês pode ser adquirido por 55 reais.

Antigamente existia o estigma de que essas roupas eram de péssima qualidade. Mas hoje a informação não procede. Você compra feliz e contente uma roupa chinesa de bom corte e tecido satisfatório. Não digo para você parar de comprar roupas “made in china” porque nem todo mundo pode pagar mais caro pelo luxo de um vestido novo.

Mas acho que cabe ao governo dar mais atenção para o setor. Não adianta só zerar os impostos com a folha de pagamento dos funcionários dessas fábricas, é preciso mais. A China é mesmo um dragão nos negócios, portanto não adianta querer ser bonzinho. Precisamos proteger nossa indústria.

Se nada concreto e relevante for feito, não adianta a iniciativa de preparar eventos de moda, organizar desfiles, formar designers e, seja lá o que for. Tudo vai escoar pelo ralo. Parabéns aos organizadores do protesto por terem se posicionado dentro desse cenário.

Vestidos de chinesas protestando contra a China.

Vestidos de chinesas protestando contra a China.

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Inspiração: Hot Pant

Meninas, gatas e garotas, como vão?

Animadas para a semana? Sei que sim. Então força na peruca, carregue no batom vermelho e vai porque hoje ainda é segunda-feira. Aí nesse dia, para que vocês se animem ainda mais, trouxe uma inspiração controversa para o blog. Falo das hot pants, conhece? É amor ou ódio, meu bem.

A peça nada mais é que um short bem curtinho, apertadinho, com a cintura mais alta. Verdade que as hot foram feitas para moças que não tem medo de ousar. Mas, se não é seu caso, vale acompanhar as inspirações para, quem sabe um dia, comprar uma para chamar de sua.

A primeira ideia é pa

ra uma menina que quer ser sexy, mas não quer deixar claro que é esse o seu estilo. Repare que a blusa é mais larguinha e de uma cor bem neutra, o cinza. A hot pant aqui é branca, que não briga em nada com o cordão longo que a garota usa. Em um dia de muito calor, quem sabe…

Para o calor.

Para o calor.

Minha segunda sugestão é para as mocinhas que curtem um brilho. A hot pant agora é lotada de paetês verdes. A peça em destaque foi combinada com um blazer preto, uma camisa branca – clássico dos clássicos –, meia-calça e os sapatos pretos simples. Repare que, apesar de a hot ser muito forte, ela não fica cafona porque é bem coordenada dentro da proposta do look.

Para uma festa.

Para uma festa.

Finalmente uma garota que não tem medo e de ser feliz e, julgando pelo look, também não tem medo algum de ousar nas roupas. Essa moça arrematou foi uma hot pant de couro, cheia de enfeites pesados. A pegada é sexy mesmo, suavizada pela blusa branca básica. Pode colar para uma super balada.

Para A balada!

Para A balada!

E então, anima?

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Som de sexta: Cat Stevens

Olá pessoal!

Então, no último domingo eu estava remexendo em meus guardados musicais e, entre os arquivos, encontre uma música muito legal, mas que pouca gente conhece. Ao menos eu acho. Falo de If You Want To Sing Out, Sing Out, de Cat Stevens.

Ele em 1970, hoje é outra pessoa.

Ele em 1970, hoje é outra pessoa.

Essa canção foi composta para um álbum que serviu como trilha sonora do filme Ensina-me a Viver, de 1972, uma história sobre um garoto que amava a morte e uma velha que amava a vido, das mais lindas que já vi. Voltando à música, essa fala de ser livre. Diz que, se você quer fazer uma coisa, simplesmente faça e seja feliz. É fácil…

Bom fim de semana procês!

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Prefeitura de Nova York faz campanha para mostrar que meninas são bonitas, independente de sua aparência

Para levantar a autoestima das meninas de Nova York, a prefeitura da cidade elaborou uma campanha com o objetivo de mostrar para garotas de nove a 12 anos, pré-adolescentes, que elas são bonitas como são e não precisam se preocupar em se encaixar em padrão algum. A iniciativa foi tomada após pesquisas apontarem que problemas relacionadas a não aceitação do próprio corpo, como bulimia, depressão, anorexia, estão sendo detectadas cada vez mais cedo.

Os cartazes publicitários das campanhas são alegres, mostrando meninas com vários tipos de beleza dizendo que são bonitas porque são garotas. As fotos estão acompanhadas da frase “sou uma garota e sou bonita do jeito que sou”. A ideia é dizer que essas meninas são únicas, exatamente como as margaridas que vemos nos campos; algumas são gordinhas, outras maiores, existem as menores e as fechadinhas, mas todas essas margaridas são lindas, exatamente como essas garotas.

Achei a iniciativa da prefeitura de Nova York louvável. É muito bom ver que o poder público tenta fazer alguma coisa nesse caso tão delicado. Mas, ao mesmo tempo, a necessidade da campanha me parece assustadora afinal, raciocine comigo: serão as influências externas da mídia, da moda, das atrizes de televisão, dos adultos – porquê não? – tão fortes ao ponto de já afetarem a cabeça de garotas que, na maioria das vezes, ainda não tiveram nem mesmo a primeira menstruação da vida?

Essas crianças, porque as garotas que são o alvo da campanha, de nove a 12 anos, ao meu ver, ainda não são mulheres, estão vivendo uma fase muito dura da vida, onde tentam construir suas identidades e procuram – ás vezes desesperadamente – ser aceitas em grupos sociais. Traumas nessa época da vida podem ser muito sérios e, acredite, eu não estou sendo apocalíptica. Isso é psicologia, meus caros.

Mas esse sistema mídia/moda/televisão não muda assim, tão fácil. Trata-se de um fenômeno social que está muito ramificado na sociedade. Exatamente como, na Idade Média, mulher bonita era mulher gorda porque as damas corpulentas tinham dinheiro para comprar comida. Aí, todas as outras também queriam ter dinheiro para comprar comida e, consequentemente, ficar gordas. Qualquer iniciativa visando melhorar esse cenário, tentando mostrar que ser como as mulheres que estão em baixo dos holofotes é quase impossível, é válida. O estranho é que a idade do público alvo desse tipo de campanha seja cada dia menor. Vale uma reflexão…

Ela é uma garota. Ela é linda como é.

Ela é uma garota. Ela é linda como é.

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A feiura que você não vê

Essa semana, em todos os veículos de comunicação, vi notícias sobre a polêmica dos cães da raça Beagle resgatados do laboratório Royal, no interior de São Paulo. Segundo os ambientalistas, a atitude extrema só aconteceu porque a empresa, além de testar medicamentos e produtos de beleza nos bichinhos, também maltratava os animais.

Segundo notícias que li, o laboratório já havia sido notificado várias vezes quanto ás condições desfavoráveis nas quais os animais eram mantidos; em gaiolas pequenas, sem luz, com pouca comida, essas coisas. Li também que, após sofrerem os testes, ou eram sacrificados ou, se estivessem em condições, eram liberados para adoção.

Se você não sabe, a raça Beagle é aquela fofinha. Um bom exemplo é o cãozinho Marley no filme O Máscara, com Jim Carry. Segundo dizem, a raça é escolhida para essa prática porque é dócil e de porte médio. E não é só no Brasil não, é no mundo todo.

Isso tudo é para dizer que, se você conhece marcas que não fazem testes em laboratório com animais, use-as. Incentive essa prática ética, honesta e limpa. Eu não sei se é possível testar medicamentos in vitro, mas sei que é possível testar produtos de beleza sem o uso de cobaias como essas. Nada de atrocidades com ratos, cachorros, macacos, o bicho que for. O homem já foi à lua, já descobriu chuvas de diamante em Jupter, é lógico que não precisamos mais disso.

Agora vou citar algumas marcas que não fazem esses horripilantes testes em animais. Se você puder optar, e eu sei que pode, opte por marcas ecologicamente responsáveis. Garanto que sua consciência vai ficar mais leve. Eu já faço isso e me sinto bem feliz. As marcas são: O Boticário, Natura, Quem Disse Berenice, Eudora, Gramado, Embelleze, Vita Derm. Se quiser ver a lista completa, clique aqui.

Olha onde eles testam seus batons, shampoos, perfumes...

Olha onde eles testam seus batons, shampoos, perfumes…

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