Arquivo do mês: agosto 2013

Som de sexta: John Mayer

Quem frequenta este espaço sabe que, ultimamente, ando pensando bastante sobre a vida. É que aconteceu tanta coisa esse ano (e ele ainda nem acabou!) que não tenho como não refletir para tentar colocar as coisas no lugar. Por isso hoje, trago uma música do bonitão John Mayer, Shadow Days.

Moço bonito...

Moço bonito…

É a história de um cara que, depois de muito caminhar, e depois de muito se despedaçar para se construir novamente, acaba descobrindo que é um cara legal, com bom coração, e que “os dias de sombra acabaram”. Então, reflexão feita, ouça a música. Garanto que vai curtir a pegada mais desplugada do garboso rapaz.

Mas, amiga, não perca muito tempo refletindo. Viva a vida que á para ter sobre o que pensar depois!

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Moda e Cinema, por Cris Guerra

O melhor da vida são as surpresas. Calma, não estou apenas divagando aqui, já explico: acontece que ontem fui, feliz e saltitante, para mais um dia do meu NBA em Direção Criativa de Moda. Chegando lá, como a professora tinha duas aulas, propôs que na segunda fossemos à palestra da Cris Guerra, a inventora do blog Hoje Vou Assim.

Cris Guerra.

Cris Guerra.

Essa iniciativa faz parte do ciclo de palestras Cinema e Moda, que acontece até sábado no Centro de Referência em Moda de Belo Horizonte. A programação completa está aqui. Na conversa, Cris disse das suas impressões sobre cinema e moda. Achei interessante porque não me pareceu um discurso pronto, daqueles que pensam nas mínimas palavras.

Ela expôs sua visão. Uma das frases que achei marcante foi: “a moda é o marqueteiro do cinema”. Gente, olha só que coisa, até hoje, mesmo com a internet e a televisão, os artistas mundialmente famosos vem do cinema. Sabe, Julia Roberts, Audrey Hepburn, e tantas outras, de hoje e de ontem. E as pessoas sempre querem saber o que essas pessoas vestem e por que vestem.

Outra parte interessante foi quando Cris disse que “a moda pede movimento, sensações, música”, e o cinema dá todos esses elementos para que as roupas criem vida. Quem não se lembra do vento subindo o vestido branco de Marilyn Monroe em O Pecado Mora ao Lado? Se não viu, com certeza já reparou em pessoas fantasiadas de loiras usando vestidos soltos, né? A inspiração vem daí.

Agora, a reflexão mais legal da noite: “a moda precisa se inserir na vida das pessoas para emocionar”. Gente, deixando de lado essa ideia toda de que moda é negócio, desejo e lucro, acima de tudo moda também é emoção. Há pessoas que criam verdadeiras relações com sues guarda-roupas. Outras relacionam momentos da vida às peças. Existem aquelas que compram porque a atriz tal usou em tal lugar. É natural, não é errado se emocionar, errado é depender disso.

Gente, a foto não está favorecendo, mas ela é linda!

Gente, a foto não está favorecendo, mas ela é linda!

Além das ideias, acabou que saí da conversa com Cris levando seu novo livro, Moda Intuitiva. Eles sortearam alguns exemplares e que ganhei um, autografado, coisa mais legal do mundo. Fiquei super feliz, vocês nem imaginam! Gente, as fotos desse post podem não ser as melhores, porque meu lindo tablete estava de TPM, mas as ideias são boas, né?

Eu com o meu presente.

Eu com o meu presente.

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Arquivado em Comportamento

Conhecendo a The Beauty Box

Dia desses fui conhecer o mais novo empreendimento do grupo O Boticário aqui em BH: a The Beuty Box. Amiga, só digo uma coisa, se você é completamente fanática por produtos de beleza, não vai até essa loja carregando seu cartão de crédito porque o rombo em sua conta bancário pode ser gigante. Acredite em mim.

A fachada da loja.

A fachada da loja.

Essa “caixa de beleza” vende Dior, The Balm – uma marca de maquiagem com pegada vintage que é a coisa mais linda! – diversos shampoos e condicionadores importados, Granado, Clinique… Eu poderia ficar aqui falando das marcas até cansar mas é melhor você conferir tudo pessoalmente. Eles tem lojas no DiamondMall e no BHShopping.

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A loja.

Arrematei apenas um pincel para pó, coisa que eu estava precisando mesmo. Esse é da marca própria da The Beauty Box e custou amigos R$ 19,90. É pequeno, tanto o cabo quanto as cerdas. Gostei porque acho mais prático que aqueles enormes que vemos por aí. Penso que, por ser pequeno, facilita a aplicação do produto, depositando apenas onde eu quero.

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Pequeno e eficiente.

E olha que fofa a mensagem que vem dentro da caixa. Além de uma ótima curadoria de produtos, temos que reconhecer que a marca é inteligente. Gosto disso.

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A mensagem da caixa.

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Evita Perón em exposição

Semana passada fui ao coquetel de lançamento da exposição Evita: figura, mulher e mito, realizada pelo DiamondMall para marcar o lançamento das propostas para a Primavera-Verão 2014 do shopping. Estavam expostos replicas reduzidas das roupas de Evita Perón, além de 100 reproduções em prata e pedras preciosas das joias usadas pela primeira-dama argentina.

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Roupas e joias de Evita.

Admito que não conhecia muito a história dessa personalidade e só entendi sua importância agora, que fui cobrir o evento para o Fashionistando, onde faço matérias sobre moda e tendências. E, gente, a mulher foi a diva das terras abaixo da Linha do Equador na primeira metade do século passado. Dona de uma beleza discreta e elegante, soube muito bem se caracterizar para ocupar o posto que lhe foi dado; primeira-dama de um dos presidentes mais importantes da Argentina, Juan Domingo Perón, idealizador do Peronismo, que ainda produz reflexos da Argentina de hoje.

Elegante sem ser ofensivo.

Elegante sem ser ofensivo.

Além da importância história e tal, o guarda-roupa de Evita Perón também reflete a moda de uma época. Vendo os looks expostos, consegui reparar a presença marcante do New Look, inventado por Dior, a roupa das senhoras de bem da década de 1940 e a presença de joias que, apesar de glamurosas, não eram exageradas ou ofensivas. Eram elegantes. O estilo foi indispensável para ela conseguir transitar, sem choques, entre as camadas mais, e menos, afortunadas da sociedade da época.

Tomara que caia, presença marcante.

Tomara que caia, presença marcante.

Acho interessante conhecer esses personagens da história porque, além de entendermos como se vestiam, podemos perceber as características de uma época refletida em cada look. Uma verdadeira aula de história. Se você ficou curiosa para saber mais, pode ir ao shopping ver a exposição, que tem entrada franca e fica em cartaz até dia 22 de setembro, indo depois para São Paulo. Ou então assistir ao filme “Evita”, que conta a história da personagem. Ah, a estrela do longa é ninguém menos que Madona, viu? Coisa fina mesmo!

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Inspiração: vermelho

Bom dia galera, como vão? Eu de cá vou bem, tocando a vida devagarzinho que é pra não morrer de presa. Então, para que nossa semana seja radiante, vamos iniciar os trabalhos falando sobre cor que está na categoria de “favorita” para mim: vermelho. Segundo os entendidos, essa cor simboliza poder, paixão e desejo. Confere vitalidade para quem usa, propiciando mais poder de ação.

Os itens que mais gosto nessa cor são os batons, mas acho que uma mulher  usando um vestido vermelho ganha poder extra. E não digo só de sedução, mas de realização mesmo. Por isso, a primeira ideia que trago é essa moça com seu vestido vermelho não muito justo. Acompanhando a peça, uma bota longa e sexy. Repare no babadinho vertical que arremata o look. Fofo.

Fofo e sexy.

Fofo e sexy.

Se você curte mais usar calça, e deixa os vestidos para ocasiões especiais, opte então por esse modelo vermelho Skinny. A barra dobrada é para dar um charme e destacar o Oxford bicolor. Na parte de cima, para acalmar as coisas, um casaco azul marinho, blusa listrada em branco e azul, também marinho. Arrematando, grandes broches clássicos.

Vermelho em calça também fica legal.

Vermelho em calça também fica legal.

Por fim, um look total vermelho. Até o batom da moça é vermelho. Aqui ela usa um casacão por cima de um longo vestindo estampado. Para não dizer que tudo era da mesma cor, a bolsa é calminha, um bege clássico. Apesar de ter amado a proposta, acho que fica melhor nas moças altas e esguias, né?

Total red, cool...

Total red, cool…

Ah, falando em vermelho, já leu o texto onde conto minhas desventuras com uma calça dessa cor? Então olha aqui.

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Novelas, beleza, padrões e vivências

OK, confesso: adoro assistir à novelinha Betty, a feia. Se você não conhece, a trama conta a história de Beatriz, uma garota muito inteligente, engraçada, boa gente, mas que não se encaixa nos padrões atuais de beleza. No meio de seu caminho, conhece Armando, um galã presidente da empresa onde Betty consegue um emprego. O bonitão e a feia acabam se envolvendo em uma perigosa trama de interesses, amor e negócios.

Vejo nessa novela uma inocência que não encontro nos folhetins brasileiros. Essa é uma história colombiana. Por isso me encanta. Para deixar a atriz que interpreta Betty feia, a figurinista apostou em uma franza estranha, óculos grandes e desajeitados, aparelho nos dentes, nada de maquiagem, roupas largas e descoordenadas. E a atriz investiu em trejeitos e risadas esquisitas.

Eis nossa heroína!

Eis nossa heroína!

Quanto à personalidade, Betty é economista, extremamente inteligente e competente em seu trabalho. É educada, sabe conversar, é engraçada, uma ótima companheira e amiga. Na vida sofreu preconceitos e humilhações por ser diferente das outras garotas, mas sempre encarou essas situações com muita leveza e bom-humor. No amor, costumava ter uma vida desastrosa até que, finalmente, as coisas deram certo e ela conseguiu ser feliz.

Contando isso, quero dizer que Betty, a feia tem me feito refletir mais sobre o belo, o feio e os padrões para cada uma dessas coisas. Costumo dizer aqui no blog que é importante se cuidar, usar uma roupa legal, que você curta, colocar maquiagem, caso você goste disso, andar por aí com uma aparência legal.

Betty!

Betty!

Mas, e se a pessoa não quiser? E se ela se sentir bem como está? O mundo deve julgá-la e apedrejá-la como faz com Betty? NÃO! Acho que o pior problema desses padrões é que eles exaltam demais quem está dentro e excluem ferozmente que não se encaixa. Chega a ser cruel e estúpido que as pessoas respeitem o que é convencionado como feio e desprezem o que é tido como belo.

Cada um tem que ser bonito do jeito que é, e ter as qualidades psicológicas respeitas e avaliadas independentemente da aparência. Sim, o oposto também acontece: como as mulheres feias são tidas como as mais inteligentes, as bonitas são taxadas como burras e vazias. Olha só que coisa estúpida.

Duas imagens da mesma pessoa.

Duas imagens da mesma pessoa.

Nos capítulos finais da história, Betty resolve se arrumar melhor, muda os cabelos, as roupas, tira o aparelho dos dentes. Mas ela muda porque sentiu necessidade disso, não porque alguém a obrigou a fazer, como acontece em alguns casos. Foi uma linda evolução pessoal.

E as coisas devem ser assim: goste de moda porque você gosta, não porque as outras pessoas te induzem. Use maquiagem porque você se acha bonita de batom vermelho, não porque esse é o produto da estação. Se acha que é mais vantagem investir seu dinheiro em um livro e comprar roupas é sua quinta prioridade, faça isso. Não deixe que esses padrões loucos te dominem. A beleza precisa vir de dentro, do caráter. Porque no fim, minha amiga, essa coisa toda passa e o que fica são os sentimentos e experiências que vivemos.

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Pobres mulheres ricas

Ontem foi publicado um estudo apontando que as mulheres ricas são a parcela da população que compra mais produtos piratas. E, na categoria “produtos”, podemos entender bolsas, tênis, roupas, essas coisas que reles mortais dão um duro danado e elas conseguem adquirir só estalando os dedos.

Muitas vezes nem compramos essas coisas porque os preços são muito além do orçamento. Mas, dificuldades monetárias à parte, segundo o Instituto Data Folha 73% das mulheres da classe A e B declararam já ter comprado produtos piratas. Somente 27% desse público nunca comprou essas quinquilharias.

Essa informação vem para confirmar o que eu já pensava: ás vezes a pessoa usa uma bolsa pirata, mas você nunca diz que é pirata porque ela tem cara de rica. O contrário também é válido porque existem pessoas que compram coisas de marca e não tem cara de “coisas de marca”. É um fenômeno engraçado.

Agora, por que essas pobres mulheres ricas compram coisas piratas mesmo tendo capital para comprar as originais eu não sei. Pode ser porque são muquiranas mesmo. Eu não sei. Mas é engraçado, já que muitas pessoas se matam para comprar um tênis que custa metade do salário. A moda é mesmo gozada, né minha gente?

E a outra é Luis Vuitton, tá meu bem?

E a outra é Luis Vuitton, tá meu bem?

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