Arquivo do mês: abril 2013

Uma tarde de maquiagem

Oi gente, como vão vocês? Eu de cá vou bem, tentando manter uma periodicidade digna aqui no bloguito. Espero conseguir em breve. Mas, como eu não vivo no melhor dos mundos, e como tempo é curto, vamos logo ao que interessa porque hoje o assunto é muiiiiito legal. Vamos conversar sobre maquiagem; para os íntimos, o make.

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Esse último domingo fizemos uma tarde me maquiagem aqui em casa. Minha prima Fernanda, que entende tudo de deixar as pessoas com “cara de bonita”, esteve aqui e me fez de cobaia. Acontece que em junho serei Dama de Honra no casamento de uma grande amiga, então resolvemos testar uns looks.

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Mas, gente, ficar com cara de rica e bem nascida dá trabalho e requer muito estudo. A Fernanda, por exemplo, fez vários cursos na área para aprender todos os pulos do gato da maquiagem belíssima. Não vi os produtos que ela usou, mas sei que rolou um iluminador básico, sombra dourada, marrom e um pouco de delineador. Acho que o blush é mais para o coral, assim como o tom dos lábios.

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Aí, como tinha muitas mulheres em casa, minha prima Dani se ofereceu para ser outra modelo de prova. Mas a proposta foi diferente: um make perolado com vinho. Dizem as entendidas que o vinho será cor tendência nessa temporada de Outono/Inverno. Coisa para amar mesmo!

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Com tudo isso, quero dizer para vocês que maquiagem não é futilidade, como dizem as mocinhas mais extremistas. Maquiagem é um negócio que contribuí para que possamos nos sentir bem. Maquiagem não é máscara para esconder defeitos; é complemento para ressaltar nossa beleza. Porque beleza, minha gente, vem sim de dentro. A maquiagem só ajuda a confirmar isso. Se você, como eu, não é expert no assunto, tal como minha prima, não hesite em ir tentando. Comece aprendendo a usar batom vermelho, depois pule para o olho com delineador. Vá seguindo, faça disso um hábito. Aposto como vai gostar!

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Bju bunitu!

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A fabulosa originalidade de Ney Matogrosso

Vocês conhecem o Ney Matogrosso, aquele moço que canta assim: “oh gato preto cruzou a estrada, passou por debaixo da estrada […]”? Pois é, para marcar os mais de 40 anos de carreira do cantor psicodélico, o shopping Market Place, de São Paulo, selecionou 12 figurinos usados por ele em apresentações e shows durante todo esse tempo.

Um detalhe interessante é que manequins com as feições e medidas de Ney foram especialmente confeccionados para a mostra, que pode ser vista gratuitamente até 29 de maio. Achei o nome da exposição muito significativo, chama-se Cápsula do tempo: identidade e ruptura no vestir de Ney Matogrosso. Também podem ser vistos alguns de seus objetos pessoais,

Look de palco mostrado na exposição.

Look de palco mostrado na exposição.

Quando eu era criança, prestava atenção em toda vez que Ney Matogrosso aparecia em algum programa de televisão. Achava ele diferente, de voz aguda e estranha. As roupas, para mim, naquela época, soavam estranhas e espalhafatosas, mas todo esse conjunto artístico prendia meus olhos.

Agora que li a nota dessa exposição no site da revista Elle, fiquei pensando sobre os cantores e seus uniformes. Hoje vivemos a modinha do sertanejo universitário. Esses cantores usam botas, calças muito apertadas, camisas com uma pegada rocker e blusas xadrezes. Já as cantoras de axé se apresentam, em sua maioria, com roupas muito curtas e absurdamente apertadas. Algumas passam óleo para que as roupas entrem no corpo.

Ney dois

Quando Ney começou, na década de 1970 com o Secos e Molhados, o mais novo grito da moda para os artistas era usar ternos bem cortados ou roupas sociais super comportadas. Os mais ousados vestiam calças apertadas, jaqueta de couro e blusas brancas, no melhor estilo James Dean. Mas nenhum deles aparecia em público vestido de índio, ou como o rei de um mundo alternativo.

Acho que hoje falta uma pitada avantajada de originalidade no mundinho fashion da música. Sei lá, alguém para sacudir tudo, como fazia Ney Matogrosso. Bom, ele ainda abala as estruturas, mas acho que precisa de mais companheiros com o mesmo potencial. Uma vez ouvi dizer que “a moda passa, o estilo fico”. Não preciso dizer mais nada, concordam? Enquanto essa pessoa não se apresenta, deixo vocês com O Vira, música que citei no início do texto.

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Aquela calça de grife

Já contei que eu sou a loka das liquidações, promoções e pechinchas? Pois é, minha gente, essa moça sou eu, escrita e desenhada. Farejo uma remarcação exatamente como um cão fareja boa comida. Mas recentemente, decidi fazer uma loucura econômica, no melhor estilo Becky Bloom de ser. Comprei uma calça de grife. Ela custou exatos R$ 275,00 reais, um valor absurdo para mim. Vou pagar em seis vezes no carão de crédito, sem juros.

Deixo claro, e muito claro, eu não sou rica e meu orçamento é bem pequenino. Só queria muito a tal calça, ficava babando por ela na vitrine, pensei quase um mês se devia comprar. Só me decidi quando minha mãe me chamou de muquirana. A calça é da Patogê“amado, idolatrado, salve salve!’ por muitas garotinhas aqui em Belo Horizonte.

A calça de grife - um

Mas quando eu, a maluca das liquidações, digitei a senha na maquininha de cartões para pagar a pomposa conta, o universo perdeu seu equilíbrio e tudo começou a dar errado. Vocês sabem que sou baixinha né? Mas eu sou baixinha até usando salto alto então tudo que compro precisa ser cortando, encurtado e, ás vezes, apertado. Então fui à costureira toda feliz e contente fazer a bainha na minha nova aquisição.

O comprimento não ficou certo quando a lindeza foi ajeitada na primeira vez. Nem ficou bom na segunda. Só foi acertado quando fui à costureira pela terceira vez. Um recorde. Depois de tanto cortar, achei que minha história com a calça de grife tinha, finalmente, ganhado um final feliz. Engano meu. As desventuras só estavam na metade: descobri, da pior maneira possível, manchando uma querida bolsa clara, que a tão desejada peça soltava cor, e manchava tudo de vermelho. Quase chorei nessa parte…

A calça de grife - dois

Pensei: “é só tomar cuidado, né? Isso acontece com algumas roupas, coisa normal”. Porém, em uma bela manhã de sol, estava eu andando com a calça vermelha pela rua quando, de repente, não mais que de repente, um dos três botões da bendita resolve ganhar o mundo, saindo na minha mão, acredita? Por esse valor, me nego a crer até agora.

Estou começando a achar que não nasci para usar as tais calças de grife, sério. Como pode alguém dar tanto azar com uma peça de roupa tão desejada? Estou pensando seriamente em mandar benzer essa calça. Quem sabe um exorcismo para tirar os maus espíritos da pobrezinha? Se eu tiver mais problemas, venho contar para vocês. Alguém aí já passou por situação parecida ou eu sou a única totalmente azarada por aqui? Rezem por mim, “o trem tá feio”. Oremos por um final feliz!

A calça de grife - três

A gata Nina fazendo uma pontinha na foto. kkkkkk

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Inspiração: biker boots

Éeee, voltamos à programação normal aqui no blog! Como não sei até quando isso vai durar, levando-se em conta que minha rotina é meio lélé da cuca, vamos logo nos inspirar que é para não perder tempo.

Ano passado fiz uma matéria sobre botinhas de cano curto, conhecidas internacionalmente como biker boots. Acho esses modelos bacanas porque são descolados. Ficam ótimos em mulheres de pouca estatura, meu caso. Os modelos e inspirações são as mais variadas possíveis; rocker, folk, modernas, clássicas… Desde aquela época, fiquei com uma vontade louca de ter uma botinha para chamar de minha. Ainda não fiz essa aquisição, então por hora separei uns modelos para vocês se inspirarem também. Segue o texto!

Esse modelo de biker vem por dentro da calça, uma maneira inteligente de usar um calçado tão pequenino. Com tachinhas, é um acréscimo instantâneo de atitude ao look. A mocinha da foto acrescentou ainda uma jaquetinha de couro, fechando a produção “roqueira no frio”. Achei ótimo!

Biker - um

Agora, um modelo com cara e jeito de podrinha. Parece que essa por foi á todos os festivais de música que conseguiu, sem medo de ser feliz. Com uma pegada mais folk, fica ótimo e alegre com a blusinha de crochê em duas cores, coisa mais linda da vida, né?

Biker - dois

Por fim, uma botinha bem clássico, sem detalhe algum. Ótimo para enfrentar um dia pesado de trabalho-estudo-filhos-marido, é ótimo para ser coordenado com qualquer estilo de peças. Me parece que a garotinha aí está bem confortável.

Biker - tres

E aí, curtiu?

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Eu quero!

Outro dia, vendo novela, meus olhinhos foram atraídos por uma pulseira que era usada, advinha onde? No dorso da mão! Achei tão legal e diferente, que meu coração começou a bater forte por um modelo igual. Alguns dias depois fui comprar um par de brincos e vi, com a moça da loja, uma pulseira igualzinha a que vi na televisão, só que construída em prata. Resolvi procurar o nome desse acessório no Oráculo de Google e fiquei sabendo que a dita cuja se chama hand bracelet.

pulseira de mão - um

Como aqui no blog somos brasileiros, comemos pão de queijo e falamos português, vamos chamar esse acessório de pulseira de mão. Em minha pesquisa descobri que essa tendência começou na Rússia e nasceu na cabeça das irmãs designers de joias: Kátia e Sônia Gaydamak. Personalidades como Madona e Carine Roitfeld já aderiram à trend do momento.

pulseira de mão - dois

Eu, que adoro coisas diferentes, estou procurando um modelo que caiba na minha mão. Já experimentei três, que ficaram largos, mas ainda não desisti. Nessa caso, acho melhor os opções menores, porque devem ser mais confortáveis. A moda é mesmo uma caixinha de surpresas. Depois da pulseira de mão, do anel de dois dedos e do anel de falange, será qual acessório diferente vai aparecer? Vamos aguardar.

pulseira de mão - tres

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Som de sexta: Cássia Eller

Já que eu não arrumo um namorado, resolvi que vou gastar meu tempo livre me tornando poliglota. Além do inglês, o objetivo agora é aprender francês, porque tenho um verdadeiro tombo pelo som dessa língua, coisa mais linda da vida!

Por isso, hoje saparei a canção Non, Je Ne Regrette Rien, na voz da inesquecível Cássia Heller, durante seu Acústico MTV. Achei um contraponto interessante entre a voz grave e forte da Cássia e a sensualidade e delicadeza que o francês leva aos meus ouvidos.  Com vocês, uma canção francesa:

Como um dia falou meu amigo querido, só que ao contrário, Renato Russo, é tão estranho os bons morrerem jovens, né? Ficam por aqui os tchetchererétchetchés da vida…. Se quiserem ouvir o CD completo da eterna roqueira, o endereço está bem aqui.

Personalidade e voz!

Personalidade e voz!

Um ótimo fim de semana. Até mais!

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E a imprensa?

Deem "Oi" para o meu crachá de imprensa!

Deem “Oi” para o meu crachá de imprensa!

O Minas Trend acabou faz quase um século. Já estamos no meio do Fashion Rio, e eu aqui falando dele. Ah gente, vocês sabem que esse bloguito tem seu próprio tempo. Então senta que lá vem a história. Minha credencial de press está aqui porque preciso fazer uma reflexão, meus caros.

Pelos corredores do salão de negócios vi incontáveis jornalistas correndo atrás da melhor foto, da tendência mais bombástica, da personalidade mais reluzente. Isso tudo faz parte do show e faz parte também do ofício “jornalismo de moda”. Também faço isso e me orgulho muito de dar conta do recado, de verdade.

Ainda assim, nessas horas eu penso: é mesmo só isso? Não é possível que o mundinho fashion seja apenas plumas e paetês. Existe, sim, o lado negro dessa força social que é a moda. E quanto aos bolivianos que ganham 300 reais por mês para cortar não sei quantas calças para a grife top do momento? E as grifes que não tem como arcar com os custos de um desfile e por isso pensam em recorrer aos financiamentos públicos? E os animais que são mortos para dar vida a um único casaco de pele? Isso precisa ser exposto, gente!

Sou por natureza uma pessoa muito crítica e talvez eu só esteja vendo pelo em ovo, mas acho que não devemos viver apenas no céu de brigadeiro das tendências e das it grils. É preciso “pensar a moda” de um jeito mais responsável. Todas as editorias fazem isso, por que não essa?

Que fique claro: não sou contra o raso, o divertido, o passatempo. Só penso que é preciso haver espaço para pensar e ver os defeitos dessa coisa tão bonita e que eu gosto tanto. Tudo tem dois lados, não acham? E se algum de vocês pensa diferente desta que vos escreve, por favor, conta para mim nos comentários. Vou ficar muito feliz se compartilharem suas opiniões comigo!

Um bjo procês!

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